Revista Terra Livre recebe artigos até o dia 31 de outubro

Comunidade Agebeana

Comunicamos que a Revista Terra Livre continua recebendo submissões de artigos para os números 47, 48 e 49, até o dia 31 de outubro de 2017. Os temas e ementas de chamada encontram na página da revista, na seção “Notícias”. As submissões devem ser feitas através do portal da revista, onde estão também disponíveis as Normas de Publicações.

Atenciosamente,

Comissão de Publicações da AGB

* * *

Terra Livre 47 – “OS RETROCESSOS DO NOVO CONSERVADORISMO, LIBERALISMO E FUNDAMENTALISMO”
A Revista Terra Livre da AGB, desde sua primeira edição pretende ser um instrumento para reflexão acerca das demandas da comunidade geográfica brasileira, bem como da sociedade como um todo, entendendo a necessidade de organizar o saber para planejar melhor a luta. A conjuntura mundial apresenta a expansão de uma forte onda conservadora alimentada pelos diversos movimentos de direita atuantes em vários países, com uma pauta de grandes retrocessos no campo dos direitos humanos e trabalhistas, somada a um aprofundamento brutal do capitalismo na sua capacidade de exploração da classe trabalhadora. Em diversos casos, apenas para nos atermos ao âmbito governamental, observamos a ascensão de líderes alinhados ao espectro da direita, seja pela via eleitoral como a Argentina via Maurício Macri ou os Estados Unidos via Donald Trump; seja através de golpe institucional de Estado, como no Brasil com a chegada de Michel Temer à presidência da República. A composição de forças que marcam esse avanço dos setores da direita, no caso brasileiro assume de forma cada vez mais explícita uma configuração que articula um tripé: neoconservadorismo, fundamentalismo religioso e neoliberalismo. Neoconservadorismo, marcado pela re-emergência da hegemonia do pensamento reacionário e conservador, presentes na nossa sociedade desde o início do nosso processo colonial. Daí derivam-se diversas manifestações de subalternização: o patriarcalismo, o racismo, o machismo, o ódio à diferença, que marcam há séculos o cotidiano das lutas de classe no Brasil. Fundamentalismo religioso, que no Brasil é dirigido por grupos políticos orientados por um projeto nacional moralista e teológico, que dentre outras expressões pode ser exemplificado na chamada bancada evangélica. Estes grupos ancoram-se no discurso ideológico da “teologia da prosperidade” e por via deste ampliam seu poderio econômico, político-midiático e institucional, a ponto de compor bancadas legislativas que defendem pautas retrógradas e a institucionalização de uma moral religiosa que, na maioria das vezes é, no mínimo, conveniente ao neoconservadorismo. O Neoliberalismo como terceira ponte deste tripé apresenta o aprofundamento das estratégias que a acumulação do capital vem implementando no mundo e na América Latina, especificamente desde os anos 90 atingindo as camadas mais vulneráveis pelo arrocho crescente dos salários e precarização do trabalho, além do desmonte do Estado através de uma mercadorização progressiva dos serviços públicos e dos recursos naturais. A combinação deste tripé pode ser encontrada nas diversas ações que hoje montam o conjunto das polêmicas que envolvem os projetos de Brasil e de Mundo, das políticas educacionais à Reforma de Previdência, passando pela política de matriz energética, o modelo produtivo agroexportador e a crise do sistema prisional. Em todos estes, apenas para citar, a disputa por território exige uma grande capacidade de articulação das forças que resistem num projeto emancipador de sociedade não apenas do ponto de vista analítico conceitual, mas sobretudo, do ponto de vista político, haja vista a enorme fragmentação da esquerda hoje, que inviabiliza dar respostas rápidas e concretas a essas demandas. A Terra Livre, como sempre e mais ainda nesta edição, anseia ser mais um veículo na busca de uma geografia comprometida com uma sociedade que, mais do que nunca, exige sua posição. Convocamos a comunidade a submeter artigos que, a partir do arcabouço da Geografia (ou, no diálogo com ela), contribuam na reflexão sobre tais questões.

Terra Livre 48 – “OPRESSÕES, TRABALHO E CONTRADIÇÕES DA DEMOCRACIA: A GEOGRAFIA DAS (RE)EXISTÊNCIAS”
Convocamos a comunidade a submeter artigos que, a partir do arcabouço da Geografia (ou, no diálogo com ela), contribuam na reflexão sobre as seguintes questões e temáticas: Múltiplas formas de opressão e suas dimensões espaciais; A interseccionalidade das opressões na atual configuração da sociedade capitalista; Democracia brasileira e sua base histórica, política e social na produção de desigualdade; Opressões e reprodução de desigualdades; As relações sociais de gênero no país e o espaço social político das lutas; Políticas públicas nas relações de gênero e sexualidade em suas intersecções com classe, raça/etnia; Políticas públicas para população LGBTT e a transversalidade de gênero e orientação sexual; As políticas públicas e a estruturas de desigualdade; A desigualdade social brasileira e as relações étnicas raciais; As questões indígenas: desdobramentos, transformações e espaço; Múltiplas formas de opressão e suas dimensões na produção de conhecimento e de luta política; Convergência das opressões, suas relações sócio espaciais e suas resistências; Retrocessos da Democracia; Trabalho em flexibilização; Trajetórias espaciais, trabalho e violência; Ataques à democracia e as leis trabalhistas na atualidade; Liberdade, direitos, participação e cidadania.

Terra Livre 49 – “AS GEOGRAFIAS DA NATUREZA E AS NATUREZAS DA GEOGRAFIA”
Convocamos a comunidade a submeter artigos que, a partir do arcabouço da Geografia (ou, no diálogo com ela), contribuam na reflexão sobre as seguintes questões e temáticas: Espaço, trabalho e natureza: ontologias, epistemologias e contradições; Dinâmicas da natureza e produção do espaço geográfico; A relação sociedade/natureza, apropriação e políticas públicas; Grandes projetos de desenvolvimento capitalista e impactos ambientais; Flutuações, alterações, oscilações, tendências e mudanças climáticas e seus impactos no território; Análise ecológica da paisagem; Geomorfologia geográfica, sociedade e natureza; Pensamento geomorfológico brasileiro; Soberania alimentar, dinâmicas da natureza e ecologia de saberes; Ruptura metabólica, natureza e alienação; Risco natural, socionatural, tecnológico; Vulnerabilidade e resiliência; Susceptibilidade em sistemas climáticos, geomorfológicos e geoecológicos e suas relações socioespaciais; Fragilidade ambiental; Geossistemas, Geossistema-Território-Paisage m e Sistemas ambientais: potencialidades e aplicações; Processos gemorfológico-pedológicos na produção das paisagens; Impactos ambientais urbanos; Resíduos sólidos, poluição hídrica e atmosférica; Bacias hidrográficas rurais e urbanas, planejamento e gerenciamento; Água: recurso, bem e/ou direito; Excepcionalidades, eventos e episódios extremos e a produção do espaço em ambientes continentais e costeiros; Políticas públicas e desastres; Geografia física e turismo; Novas interfaces a partir da Geografia Física.

Minicurso “O espaço costeiro brasileiro: dinâmicas e conflitos”

A AGB-Campinas promove o minicurso O espaço costeiro brasileiro: dinâmicas e conflitos, que será ministrado pela professora Regina Célia de Oliveira, do Departamento de Geografia da Universidade Estadual de Campinas e do Núcleo de Estudos de Ambientes Litorâneos (NEAL).

O curso apresentará uma breve revisão dos principais processos e dinâmicas da paisagem costeira e dos conflitos de uso e gestão do território, e será realizado no dia 18 de outubro, entre 19 e 22 horas, na Engenharia Básica (Rua João Pandiá Calógeras, 148 – Cidade Universitária “Zeferino Vaz”).

Inscreva-se clicando na imagem:

Correspondência: moção de protesto contra a exclusão da obrigatoriedade da disciplina de Geografia no Ensino Médio

Fomos notificados pelo assessor Denis César Teruya, que é formado em Geografia, sobre a moção de protesto protocolada pelo vereador de Campinas Carmo Luiz (PSC) contra a exclusão da obrigatoriedade da disciplina de Geografia no Ensino Médio. A mensagem foi encaminhada à Diretoria da AGB-Campinas com cópia para os vereadores Thiago Mascarenhas (PRB), de Hortolândia, e Henrique Conti (PV), de Valinhos.

Diz o texto da moção:

“As alterações recentes feitas pelo governo federal em relação ao Ensino Médio, na Lei nº 9.394 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, não esclarece [sic] quanto à obrigatoriedade do ensino de Geografia neste nível de ensino. A ausência da Geografia prejudicará a formação dos estudantes não só no que se refere à leitura de mundo em articulação com o seu contexto, mas também, principalmente, à sua cidadania. Vivemos num mundo cada vez mais degradado ambientalmente, a cidadania necessita ser construída a partir do entendimento do lugar de pertencimento em relação aos fenômenos globais. Assim, a disciplina de Geografia proporciona a compreensão da relação entre sociedade e natureza no mundo que construímos, que não consegue ser abordada em outras áreas. Podemos relembrar da antiga disciplina de Estudos Sociais que surgiu durante o período de ditadura em nosso país, que prejudicou tanto a formação dos docentes daquela época, quanto toda uma geração de estudantes que foi privada do direito ao conhecimento geográfico da sociedade com a qual convivia. Considerando o regime democrático do nosso país atualmente, é inaceitável a retirada da disciplina de Geografia do nível de ensino médio porque caracteriza um retrocesso na oferta de conhecimentos necessários aos estudantes na atualidade, como nos tempos da ditadura militar”.

Acompanhe a tramitação da Moção 210/2017.

 

Oficina “Mapeando lugares invisíveis em um mundo de mídias locativas”

A AGB-Campinas promove a oficina Mapeando lugares invisíveis em um mundo de mídias locativas, com a professora Tânia Seneme do Canto, do Departamento de Geografia da Universidade Estadual de Campinas.

As mídias locativas englobam um conjunto de tecnologias e serviços que possibilita a associação direta entre conteúdo digital e localização geográfica. Na era dos celulares com conexão à internet e ao Sistema de Posicionamento Global (GPS), as mídias locativas têm sido utilizadas para diferentes fins. Nesta oficina buscaremos discutir algumas de suas aplicações e, principalmente, explorar seu potencial para mapear histórias e espaços que passam despercebidos no cotidiano das cidades.

A atividade, que acontece na sexta-feira, dia 29 de setembro, pela manhã, é gratuita e as vagas são limitadas.

Faça sua inscrição clicando na imagem.

Arte: Ronaldo Monteiro

Em agosto, na Unicamp, faça conosco a leitura coletiva da Base Nacional Comum Curricular

Texto: Gustavo Teramatsu

O professor Rafael Straforini, à frente do GeoPibid da Unicamp e do Ateliê de Pesquisas e Práticas em Ensino de Geografia (APEGEO) e integrante do GT de Ensino da AGB-Campinas, está organizando uma leitura coletiva do texto da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Serão três encontros no mês de agosto, nas tardes de segunda-feira — horário já reservado para as reuniões do Pibid Geografia no Instituto de Geociências da Unicamp.

A iniciativa se soma à leitura coletiva ocorrida na FFLCH/USP no último sábado, dia 12 de agosto, promovida pelo GT de Ensino e Educação da AGB-São Paulo e pelos laboratórios de Ensino e Material Didático (LEMADI/USP) e de Cartografia e Instrumentação para o Ensino de Geografia da UFScar de Sorocaba.

A atividade é aberta a todos os interessados — basta comparecer no horário indicado abaixo.

POR QUE PARTICIPAR

O tema é urgente. O Conselho Nacional de Educação está organizando cinco audiências públicas para discussão do texto da BNCC, uma em cada Grande Região do país. A Associação dos Geógrafos Brasileiros está participando do debate. A primeira delas ocorreu em Manaus em 7 de julho; a segunda, em Recife, em 28 de julho; e a terceira, em Florianópolis, em 11 de agosto. A próxima, referente à Região Sudeste, acontecerá no dia 25 de agosto na cidade de São Paulo, das 8 às 17 horas, no Auditório da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Memorial da Inclusão), no Memorial da América Latina, ao lado do Metrô Barra Funda. Mais informações estão no edital de chamamento.

Os interessados em participar da audiência podem se inscrever entre os dias 14 e 17 de agosto na página do CNE, onde também haverá transmissão ao vivo, no dia 25, e onde podem ser vistas as gravações das audiências anteriores. São 350 vagas.

LEITURA COLETIVA DO TEXTO DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC) NA UNICAMP

1º ENCONTRO: INTRODUÇÃO
14 de agosto, 14h às 17h

2º ENCONTRO: ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E GEOGRAFIA
21 de agosto, 14h às 17h

3º ENCONTRO: GEOGRAFIA
28 de agosto, 14h às 17h

Local: Sala EB07 | Engenharia Básica, Rua João Pandiá Calógeras, 148, em frente ao Instituto de Geociências, na Unicamp

DOCUMENTOS

Versão Final da Base Nacional Comum Curricular (PDF)
Estudo Comparativo entre a Versão 2 e a Versão Final da BNCC (PDF)
Guia de Leitura da Base Nacional Comum Curricular (PDF)

Nota sobre a Reforma do Ensino Médio (DEN/AGB)
Carta aberta: A imprescindível crítica à reforma do Ensino Médio e o papel da Geografia (ANPEGE)

Geógrafos da AGB-Campinas na Especial Caros Amigos: “Tecnomundo”

Está disponível para consulta em nossa sede um exemplar da edição especial da revista Caros Amigos (ano XXI, n. 87), com o tema Tecnomundo: a humanidade nunca mais será a mesma.

A revista, que ainda está disponível nas bancas (R$13,50), traz uma entrevista com o professor André Pasti, vice-diretor da AGB-Campinas, e um artigo assinado por Melissa Steda, ex-vice-coordenadora de publicações — ambos integrantes do Conselho Editoral do Boletim Campineiro de Geografia.

Sumário

PRIVACIDADE
Humanos chipados
A tecnologia como imposição nas relações com o mundo e com nós mesmos

por Lilian Primi

CHIPS
O apocalipse monitorado
A privacidade disputada por corporações e um vácuo sobre legislação para uso de chips preocupam especialistas

por Murilo Matias

ESPIONAGEM
Olhos que a tudo vigiam
Hackers e ativistas buscam alternativas para resistir ao Estado vigilante associado às grandes corporações
por Guilherme Novelli

BIG DATA
Dos dados viemos, aos dados voltaremos: vida em forma de algoritmo
por Paulo César Castro

ENTREVISTA
André Pasti: A violência da informação
“A gente tem que ter princípios de como garantir como essa internet universal seja uma internet livre, que crie condições e possibilidades de participação efetiva de pessoas
por Aray Nabuco e Nina Fideles

ENTREVISTA
André Pasti: A violência da informação
“A gente tem que ter princípios de como garantir como essa internet universal seja uma internet livre, que crie condições e possibilidades de participação efetiva de pessoas
por Aray Nabuco e Nina Fideles

DRONES
Tecnologia da guerra
O aumento do uso das armas controladas remotamente que produzem mortes e aumentam a vigilância indiscriminada sobre todos
por Edu Montesanti

CORPORAÇÕES
Tecnociência: por um projeto transparente e popular
por Melissa Steda

SUBMUNDO
Para “bombar” na net
Mediante fraude e manipulações com uso de robôs, serviços podem influenciar opiniões e levar uma notícia falsa a ter grande audiência
por Aray Nabuco

Milton Santos, agora em inglês pela Springer

Ex-diretor da AGB-Campinas publica primeira tradução de Milton Santos em inglês desde os anos 1970

por Gustavo Teramatsu

Lucas Melgaço, ex-diretor da AGB-Campinas e bacharel e licenciado em Geografia pela Unicamp (turma 99), e atualmente docente na Vrije Universiteit Brussel, em Bruxelas, na Bélgica, acaba de publicar uma minuciosa tradução do livro Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal (Record, 2000) junto ao estudante da Universidade de Ottawa Tim Clarke. Isto faz parte de um projeto mais ambicioso de tradução e difusão da obra de Milton Santos na língua inglesa, considerando a ausência do autor brasileiro no discurso anglófono da globalização — a única tradução de um livro de sua autoria para o inglês aconteceu em 1979, quando a Methuen Publishing publicou a tradução de Chris Gerry de O espaço dividido… com o título The shared space: the two circuits of the urban economy in underdeveloped countries.

Para Melgaço, Milton Santos é conhecido como um especialista em subdesenvolvimento, urbanização e globalização. Mas o método ‘miltoniano’ ainda é pouco conhecido pelos leitores anglófonos, bem como a riqueza analítica dos estudos que utilizam o quadro teórico proposto pelo geógrafo brasileiro — que orientam estudos urbanos e rurais e passam por temas tão diversos quanto a saúde, segurança, transportes, economia, cultura etc. Elegeu traduzir primeiramente Por uma outra globalização para a divulgação do pensamento de Milton Santos, considerando que A natureza do espaço (já traduzido para o francês em 1997 e para o espanhol em 2000) não é bom um texto introdutório para se aproximar das ideias do autor.

Por uma outra globalização, em linguagem mais acessível aos cientistas sociais em geral — o que não significa que a tradução não tenha sido uma tarefa árdua e rigorosa — representa uma teoria alternativa à globalização a partir de uma visão de mundo não-hegemônica.

Apesar das dificuldades em encontrar uma editora com distribuição global interessada em publicar o livro, recentemente um dos editores da Springer — que inicialmente havia recusado a proposta de publicação — respondeu positivamente. O livro foi então finalmente como volume da coleção Pioneers in Arts, Humanities, Science, Engineering, Practice.

Além desse livro, pela mesma coleção também foi publicada uma coletânea em inglês com textos de autores que trabalham com a obra de Milton Santos, organizada em conjunto com a geógrafa Carolyn Prouse, da University of British Columbia. O livro ainda inclui a tradução do texto O Retorno do Território, também providenciada por Melgaço e Clarke, bem como dois capítulos assinados por ex-diretores da AGB-Campinas, os professores Fabricio Gallo (em Rethinking Federalism through the Work of Milton Santos) e Tereza Paes (em Milton Santos’s Thought and the Logic of Environmental Conservation in the Contemporary Period). Os capítulos podem ser adquiridos separadamente.

  • Milton Santos: A Pioneer in Critical Geography from the Global South (Springer, 2017, ISBN 978-3-319-53826-6), à venda por 69,99 dólares (ebook) ou 89,99 dólares (capa dura) | Sumário (PDF) | Capítulo 2: The Return of the Territory (prévia) (PDF)
    • 1. Milton Santos and the Centrality of the Periphery, Lucas Melgaço and Carolyn Prouse
    • 2 The Return of the Territory, Milton Santos
    • 3 Technical-Scientific-Informational Milieu, Networks and Territories, Sarita Albagli
    • 4 How Can Santos’s Theory and Concepts Help Us to Better Understand Third World Dynamics and Problems?, Aurélien Reys
    • 5 Psychosphere and Technosphere: Complex Relations in the Hospital Realm, Eliza Pinto Almeida
    • 6 The Political Economy of Territory and Agribusiness in Brazil, Samuel Frederico and Marina Castro de Almeida
    • 7 Territorial Planning in Brazil: An Interpretation Based on the Ideas of Milton Santos, Luís Angelo dos S. Aracri
    • 8 Rethinking Federalism through the Work of Milton Santos, Fabricio Gallo
    • 9 Milton Santos’s Contribution to Understanding the Transformations Underway at Modern Agricultural Frontiers, Júlia Adão Bernardes
    • 10 Geography and Indigenous Peoples: Milton Santos and the Richness of the Present Time, Roberta Arruzzo
    • 11 Milton Santos’s Thought and the Logic of Environmental Conservation in the Contemporary Period, Tereza Paes and Claudia Levy
    • 12 Environmental Crisis Through the Theories of Milton Santos, Francisco J. Toro

Melgaço também traduziu para o inglês o manifesto escrito por Milton Santos e seus alunos em 2000 — O papel ativo da Geografia: um manifesto, lançado no Encontro Nacional de Geógrafos em Florianópolis, em 2000. A tradução foi recentemente publicada na revista Antipode junto a uma introdução escrita por Melgaço (Thinking Outside the Bubble of the Global North: Introducing Milton Santos and “The Active Role of Geography”).

Sobre o manifesto, foi organizado um evento cujos artigos podem ser acessados gratuitamente neste link.

Próximo Encontro Nacional de Geógrafos será em João Pessoa, em julho de 2018

A AGB-Campinas apresentará na 131ª Reunião de Gestão Coletiva, em São Paulo, nos dias 7 a 10 de setembro, nossa proposta de identidade gráfica para o XIX Encontro Nacional de Geógrafos, que acontecerá em João Pessoa (PB), com sede no campus I da Universidade Federal da Paraíba, entre 8 e 14 de julho de 2018. A identidade é utilizada em todo o material do evento: banners, cartazes, caderno de programação, crachás, certificados, anais etc.

Os interessados podem enviar as propostas pelo e-mail da secretaria da AGB-Campinas (secretaria [at] agbcampinas.com.br) até o dia 3 de setembro.

As propostas devem se relacionar com o tema Pensar e Fazer a Geografia brasileira no século XXI: escalas, conflitos socioespaciais e crise estrutural na nova geopolítica mundial, e com a seguinte ementa:

Crise Estrutural. A geopolítica da água e da terra e as apropriações da natureza. Os conflitos no campo frente ao avanço do agronegócio. A violência do Estado por meio da militarização, da criminalização das Lutas Sociais e da ampliação das desigualdades sociais. A belicosidade dos Estados e a crise humanitária no mundo. O avanço do conservadorismo. O golpe institucional e a dissolução dos direitos sociais no Brasil e na América Latina. Os conflitos socioespaciais em curso no século XXI impõem à ciência geográfica brasileira refletir o pensar e fazer geografia, assumindo o compromisso de analisar a realidade em movimento e atuar frente aos desafios que emergem da Nova Geopolítica Mundial.

O XIX ENG terá a seguinte programação:

Acesse a 1ª circular do XIX Encontro Nacional de Geógrafos.

 

 

Nova diretoria é eleita para o biênio 2017-2019

Diretoria 2015-2017 faz balanço do biênio; nova diretoria apresenta plano de trabalho

Foi eleita a nova diretoria da AGB-Campinas para o biênio 2017-2019. O novo diretor é o professor Vicente Eudes Lemos Alves, do Instituto de Geociências da Unicamp, que volta ao cargo depois de dois anos. No último biênio, o professor Vicente atuou na vice-diretoria, assessorando todos os projetos da AGB-Campinas. O novo vice-diretor é o professor André Pasti, do Colégio Técnico de Campinas (Cotuca), militante do Coletivo Intervozes e doutorando em Geografia Humana pela USP. Ambos estão na AGB-Campinas desde 2010.

À frente da secretaria estará o geógrafo Vanderlei Braga, da recém-criada Diretoria Executiva de Planejamento Integrado (DEPI) da Unicamp, auxiliado pela estudante Mayra Brasco (Unicamp), estagiária da DEPI desde outubro de 2016, que será a segunda secretária.

Na tesouraria estará o doutorando Gustavo Teramatsu (Unicamp), que desde 2013 atuava na secretaria da seção local, auxiliado por Valderson Salomão, professor da educação básica em Campinas e Vinhedo e mestrando na Unesp-Rio Claro, que continua no cargo de segundo tesoureiro, que ocupa desde 2015.

A coordenação de publicações passa a ser responsabilidade do professor Fabricio Gallo, diretor no biênio 2015-2019 e editor-chefe do Boletim de Geografia. O vice-coordenador será o doutorando Wagner Nabarro (USP), que apoia a AGB-Campinas desde 2012, tendo passado também pela AGB-São Paulo, mas apenas agora passa a ocupar um cargo da diretoria em nossa entidade.

A nova diretoria agradece ao trabalho de Luciano Duarte, Melissa Steda e Marcel Esteves, que compuseram a gestão anterior.

A eleição da nova diretoria da AGB-Campinas aconteceu entre os dias 10 e 11 de julho. Puderam votar todos os sócios ativos, pela primeira vez à distância, por meio da plataforma LimeSurvey. Isto e deve à composição do quadro de associados: dos 233 sócios, apenas 99 moram no estado de São Paulo. A votação, auditada pela Comissão Eleitoral — composta por Éverton Valezio, Paulo Rufino e Stéphanie Panutto –, teve o seguinte resultado: 34 votos válidos na chapa inscrita, sem votos brancos ou nulos.

No último biênio, a AGB-Campinas se destacou por diversas atividades, as quais relacionamos a seguir:

BOLETIM CAMPINEIRO DE GEOGRAFIA No último biênio, foram publicadas seis edições do BCG, totalizando um material inédito e de qualidade composto por 52 artigos, 4 entrevistas, 3 traduções, 2 notas e eventos e 4 resenhas de livros. Além disso, o conceito Qualis subiu de B3 para B2 na última avaliação da CAPES, de 2015, e permaneceu em B3 para o quadriênio 2013-2016. Conforme informação do Conselho Editoral, a próxima edição será publicada em breve.

BOLSISTAS E PROJETO MEMÓRIA DA AGB-CAMPINAS A diretoria conseguiu, junto ao Serviço de Apoio ao Estudante da Unicamp, o pagamento mensal de uma bolsa auxílio social para um estudante de graduação em Geografia. A bolsa foi ocupada entre março de 2015 e agosto de 2016 pela estudante Mariana da Silva Lima, que interrompeu a participação no projeto para um intercâmbio acadêmico e deixou saudades com gosto de trufa e pão de mel.

Desde setembro de 2016, o responsável pela execução das atividades do projeto é o estudante Paulo Rufino. Os bolsistas, orientados pela diretoria, têm feito a organização do acervo documental e bibliográfico da entidade, bem como apoiado as atividades da secretaria e a organização de eventos. A reorganização do acervo permitiu vender ou doar parte das duplicatas para sócios e demais interessados (por meio de instalação de ponto de doações no corredor principal do IG/Unicamp) e bibliotecas da PUC-Campinas e Unesp de Rio Claro.

Além das já existentes, estamos programando novas atividades voltadas para dinamizar a parte de oficinas com conteúdos geográficos para a comunidade agebeana e pessoas estudiosas da disciplinaprofessor Vicente Eudes, diretor eleito para o biênio 2017-2019

PARTICIPAÇÃO NA DIRETORIA EXECUTIVA NACIONAL No biênio 2014-2016, a Diretoria Executiva Nacional que tomou posse em outubro de 2014 foi presidida pelo professor Márcio Cataia, associado à AGB-Campinas, e o então vice-coordenador de publicações da AGB-Campinas, André Pasti, participou da DEN como auxiliar de coordenador de publicações, tendo implementado o projeto de inclusão das revistas Terra Livre e Boletim Paulista de Geografia na plataforma SEER/OJS.

PARTICIPAÇÃO NAS REUNIÕES DE GESTÃO COLETIVA A gestão coletiva, conforme Ruy Moreira relatou em um famoso texto é um dos pilares da AGB. Nas reuniões de gestão coletiva recentes, os seguintes delegados nos representaram: Luciano Duarte na 122ª RGC em Catalão (5 a 7 de junho de 2015) e na 123ª RGC em São Luís (3 a 7 de setembro de 2015); Mariana da Silva Lima na 124ª RGC em Catalão (10 a 12 de outubro de 2015); Melissa Steda na 125ª RGC em São Paulo (29 a 31 de janeiro de 2016). Não enviamos delegados à 126ª RGC de São Luís (21 a 24 de abril de 2016). Durante o XVIII ENG, participamos com diversos delegados da 127ª RGC (23 a 30 de julho de 2016). Não participamos das 128ª a 130ª RGC que ocorreram respectivamente em João Pessoa (14 e 15 de outubro de 2016), Dourados (20 a 22 de janeiro de 2017) e Aracaju (21 a 23 de abril de 2017). Procuramos organizar melhor as informações sobre as RGCs em nossa própria página, neste link. — trabalho que está em andamento.

A 131ª RGC acontece em São Paulo, entre 7 e 10 de setembro de 2017, e haverá assembleia para indicar o(s) delegado(s) de nossa seção local.

COMUNICAÇÃO Entre junho e agosto de 2015, circulamos 3 edições do Boletim Informativo,  por e-mail, a todos os associados. Pretendemos retomar a divulgação sistemática de informações relevantes relacionadas à Geografia. De qualquer forma, continuamos a divulgar regularmente em nossa página no Facebook.

FALA PROFESSOR DE CATALÃO Tendo em vista a participação do professor Márcio Cataia na presidência da DEN, a seção Local de Campinas prestou assessoria em diversas ocasiões, entre as quais, na organização do VIII Encontro Nacional de Ensino de Geografia – Fala Professor, que ocorreu na cidade de Catalão (GO) em outubro de 2015, com o tema “(Qual) é o fim da Geografia?”. A AGB-Campinas, em parceria com o Centro Acadêmico de Geografia e Ciências da Terra (CACT), da Unicamp, organizou um ônibus para transporte dos participantes interessados, com o apoio essencial da bolsista Mariana da Silva Lima, que nos representou na Reunião de Gestão Coletiva ocorrida naquele evento, bem como ofereceu monitores que trabalharam durante o evento.

Neste ônibus, viajaram os seguintes interessados: Abigail Bruna da Cruz, Aline Jane Oliveira Campos, Ana Cláudia Damião Guedes, André de Paula Silva, Andréia Medinilha Pancher, Ayana Kissi Meira de Medeiros, Bianca Cavalcanti Martins, Caio Gusmão Ferrer de Almeida, Carlos Espindola Ramos Junior, Cláudio Marinho, Gabriel da Silva Lima, Guilherme Rodrigues da Silva, Henrique de Oliveira Jacintho, Isabela Marini Sanches, Jaqueline de Fátima Domingos, Jéssica da Silva Rodrigues Cecim, Jonatas Diniz Lisboa, Laura Butti do Valle, Leonardo de Sousa Zaro, Letícia Almeida Araújo, Lisie Tatiane de Lima Wenceslau, Lucas da Silva Stahl, Mariana da Silva Lima, Mariana Lima Loterio, Natáia Nabhan, Natalia de Paula Silva, Paulo Roberto da Silva Rufino, Rafael Fabrício de Oliveira, Rafael Silva Rocha do Nascimento, Tamires Mendes de Oliveira, Vanessa Lessio Diniz, Viviane Fernandes Granado e Willian da Silva Santos.

ENG DE SÃO LUÍS Da mesma forma, diversos sócios da AGB-Campinas participaram do XVIII Encontro Nacional de Geógrafos, que aconteceu na capital maranhense em julho de 2016, com o tema A construção do Brasil: geografia, ação política e democracia, onde foi eleito como presidente da AGB o professor José Gilberto de Souza, da Unesp de Rio Claro. A AGB-Campinas foi responsável pela distribuição de todas as apresentações nos Espaços de Diálogos e Práticas (EDPs) e entre os pareceristas, muitos deles indicados por nossa seção local*. Participaram dessa atividade Maycon Fritzen, Melissa Steda, Gustavo Teramatsu, Mariana da Silva Lima e Luciano Duarte. Durante o evento, muitos sócios atuaram como monitores**. O tesoureiro Luciano Duarte foi moderador da mesa-redonda “Energia, extração de recursos naturais e crimes ambientais”, no eixo temático Geografia, crise ambiental e desenvolvimento econômico, e a vice-coordenadora de publicações Melissa Steda moderou a mesa-redonda “A voz dos lugares e a luta por uma comunicação democrática no território brasileiro”, no eixo Ação política, lutas sociais e representação: por um outro projeto de sociedade. Melissa, com o coordenador de publicações André Pasti, coordenou atividade nos Espaços de Socialização de Coletivos (ESCs) intitulada “Internet, comunicação e território: em defesa de um projeto democrático”.

* Pareceristas indicados: André Pasti, Anniele Freitas, Éverton Valezio, Fábio Tozi, Fabricio Gallo, Giovanna Ermani, Gustavo Teramatsu, Luciano Duarte, Marcel Esteves, Maycon Fritzen, Melissa Steda, Rafael Straforini, Stéphanie Panutto, Thiara Breda, Valderson Salomão, Vanessa Lessio Diniz e Vicente Eudes Lemos Alves.

** Monitores indicados: Ana Carolina Chiodi Silva, Camila Garcia Nascimento de Souza, Cezar Freitas Barros, Denis Gomes Piteira, Elines Sodré Gomes, Laura Butti do Valle, Leildo Dias Silva, Lucas da Silva Stahl, Rafael Henrique Maia Borges, Robson Patrick Brito do Nascimento, Viviane Gomes de Araújo e Wander Guilherme Rocha Carvalho.

O XIX ENG será em João Pessoa, Paraíba, entre 8 e 14 de julho de 2018 com o tema Pensar e Fazer a Geografia brasileira no século XXI: escalas, conflitos socioespaciais e crise estrutural na nova geopolítica mundial. A AGB-Campinas se organizará para dar o apoio necessário à realização do Encontro.

5º ENCONTRO REGIONAL DE ENSINO DE GEOGRAFIA A quinta edição do Encontro Regional de Ensino de Geografia de Campinas aconteceu em outubro de 2016, com o tema As políticas curriculares e o Ensino de Geografia. O evento teve a coordenação geral dos professores Rafael Straforini e Tânia Seneme do Canto, do Ateliê de Pesquisas e Práticas em Ensino de Geografia (APEGEO) e do IG/Unicamp, e de Gustavo Teramatsu, secretário da AGB-Campinas. Foram realizadas sete oficinas pedagógicas que aconteceram concomitantemente. A conferência de abertura, ministrada pela professora Alice Casimiro Lopes, da UERJ, foi precedida por uma apresentação de Rasul (Mauricio Moysés). Durante o evento, aconteceram três mesas-redondas: Práticas colaborativas e interdisciplinares na formação docente: contribuições do Prof. Mauricio Compiani, com os professores Ederson Costa Briguenti, Fernanda Keila Marinho da Silva e Vanessa Lessio Diniz; Base Nacional Comum Curricular: novos ou antigos discursos?, com os professores Alfonso García de la Vega, Gisele Girardi, Valéria de Oliveira Roque Ascenção e Murilo do Amaral Lula; e As políticas de avaliação e seus reflexos nas práticas curriculares, com os professores Adriano Scalzitti, Ana Angelita Costa Neves da Rocha e Luana Costa Almeida. E, ao todo, 41 apresentações de práticas educativas e 34 apresentações de pesquisas acadêmicas, em seis eixos temáticos, todas publicas nos anais em dezembro de 2016 (ISBN 978-85-85369-14-9).

O 6º Encontro Regional acontecerá no segundo semestre de 2018, na Unicamp.

GT-ENSINO A AGB-Campinas foi fundada por um grupo de professores, portanto, sua relação com o ensino é forte desde seu início. Contudo, as atividades do GT de Ensino estavam paralisadas há muito. No fim do Encontro Regional de 2016, o GT de Ensino da AGB-São Paulo esteve em Campinas, representados pelo professor Eduardo Donizeti Girotto, Silvia Cristina de Oliveira Rodrigues Gil, Marcos de Oliveira Soares, David Augusto Santos, Maria Rita de Castro Lopes, Beatriz Moreto de Campos e Edimara de Lima da Silva, para uma primeira reunião com os interessados em participar de um GT de Ensino na AGB-Campinas, especialmente os participantes do APEGEO — professor Rafael Straforini, Jéssica Cecim, Giovanna Ermani, Gabriela Jordão e Gustavo Teramatsu. Dessa parceria foi realizada uma primeira atividade relacionada à reforma do ensino médio. Nesta próxima gestão, a intenção é ampliar o GT de Ensino de Geografia, tornando-o mais propositivo no que se refere às práticas educativas e aos currículos escolares.

GT-URBANA O GT-Urbana da AGB-Campinas seguiu sua participação ativa na formulação do debate da questão urbana em Campinas e no debate público sobre o planejamento da cidade. Foram promovidos debates na Câmara Municipal sobre regionalização de Campinas para o Plano Diretor e mobilidade urbana para os debates do Plano Diretor, envolvendo diversos agentes sociais, em parceria com o mandato do vereador Pedro Tourinho (PT). A AGB-Campinas participou, desde 2014, da fundação e constituição do Fórum Cidadão pelo Plano Diretor Participativo de Campinas, com diversas outras entidades, que pressionaram a prefeitura para que realizasse um processo efetivamente participativo da revisão do Plano Diretor. Nesse contexto, participamos de ações em diversos temas centrais para o planejamento da cidade – como expansão do perímetro urbano, política de habitação e uso do FUNDAP e revisão da legislação sobre uso e ocupação do solo. Para o próximo ciclo, pretende-se efetivar uma dinâmica mais constante de reuniões presenciais do GT para viabilizar diversas ações, como intervenções da campanha nacional pela Função Social da Propriedade, do Fórum Nacional de Reforma Urbana; e debates para as cidades seguras para as mulheres e para o planejamento urbano democrático da cidade. Pretende-se, também, seguir nas ações da luta pela reforma urbana na Região Metropolitana de Campinas, aprofundando as relações com as principais ocupações urbanas da região.

Estaremos presentes no Fórum de GTs da AGB que será realizado em São Paulo, em setembro próximo.

CURSOS, MESAS-REDONDAS e PALESTRAS Foram realizadas, no período:

  1. Mesa-redonda Regionalização e Planejamento: contribuições à revisão do Plano Diretor de Campinas, com Vicente Eudes Lemos Alves e Helena Rizzatti Fonseca, na Câmara Municipal de Campinas, em março de 2015;
  2. Oficina Reforma Agrária na gestão PT e Aula magna do curso de Geografia da Unicamp com o tema Conjuntura e Reforma Agrária: as políticas territoriais dos governos petistas, ministradas pelo professor Ariovaldo Umbelino de Oliveira, da USP, na Unicamp, em maio de 2015;
  3. Palestra Inclusão urbana através da política urbana e habitacional: a experiência de Osasco/SP, com Sérgio Gonçalves, secretário de habitação e desenvolvimento urbano de Osasco, no CEU – Jardim Florence, em maio de 2015;
  4. Lançamento do livro “A construção da climatologia geográfica no Brasil”, com os autores Francisco Mendonça, João Lima Sant’Anna Neto e Carlos Augusto de Figueiredo Monteiro, na Unicamp, em junho de 2015;
  5. Palestra Expansión de la frontera agrícola y ruralidad globalizada en Argentina, com a geógrafa Hortensia Castro (UBA), no IG/Unicamp, em  junho de 2015;
  6. Seminário Transporte Público e Mobilidade na Cidade, com o geógrafo Camilo Silva de Oliveira Coelho, com experiência na Emdec, Laura Machado de Mello Bueno, da PUC-Campinas, o cicloativista Glauco Azevedo e a pesquisadora de mobilidade urbana Rosimar Gonçalves, na Câmara Municipal de Campinas, em maio de 2016;
  7. Mesa-redonda Por que somos contra essa reforma do ensino médio? (MP 746/2016), com as professoras Cristina Pedroso e Clarice Sumi Kawasaki, da FFCLRP-USP, a professora Rosani Rigamonte, da FAFEM,  e a professora Sandra Maciel Nunes, a E. E. Cid de Oliveira Leite, com mediação da professora Daniela Lima Nardi Gomes, em Ribeirão Preto, em dezembro de 2016;
  8. Mesa-redonda Por um outro Ensino Médio, com a professora Josianne Cerasoli, do IFCH/Unicamp, o professor da educação básica Fernando Freitas, da E.E. Prof. Lauro Sanches, de Sorocaba, e a estudante de ensino médio Maria Eduarda Lopes, da E.E. Ruy Rodriguez, de Campinas, na Unicamp, em dezembro de 2016;
  9. Curso Introdução ao geoprocessamento como análise espacial, com a geógrafa Simone Bandeira de Souza, no IG/Unicamp, em março de 2017;
  10. Oficina Como mentir com mapas: desvendando o caráter ideológico dos mapas, com o professor Lindon Fonseca Matias, no IG/Unicamp, em junho de 2017; e, finalmente,
  11. Curso Introdução às bases de dados RAIS e CAGED: aplicação para pesquisa em Geografia, com o geógrafo Rodolfo Finatti, em julho de 2017.

Para o próximo semestre, já estão previstas diversas oficinas, minicursos e palestras abertos ao público.

Campinas, julho de 2017.

Introdução às bases de dados RAIS e CAGED: aplicação para pesquisa em Geografia

Na próxima sexta-feira, dia 14 de julho, receberemos na Unicamp o doutor em Geografia Rodolfo Finatti — autor da tese “Aglomerações industriais no Brasil: uso do território e transformações recente”, defendida em 2016 no Programa de Pós-Graduação em Geografia da USP — para um curso versando sobre as bases de dados RAIS e CAGED e sua aplicação nas pesquisas geográficas.
Os participantes aprenderão a utilizar os dados do Programa de Disseminação de Estatísticas do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da ferramenta DardoWeb, e poderão aplicar esse conhecimento em suas próprias pesquisas.

Solicita-se uma contribuição de R$ 10 (dez reais).

Quando? 14 de julho, sexta-feira manhã e tarde
Onde? Instituto de Geociências da Unicamp (sala a confirmar)
Para se inscrever, envie e-mail para secretaria@agbcampinas.com.br com nome completo, para receber informações detalhadas e confirmar a participação.