A Metrópole de Campinas e a REGIC 2018: live com o geógrafo Bruno Hidalgo (IBGE), dia 30/07 às 19h

Clique na imagem para acessar o canal da AGB-Campinas no YouTube

A AGB-Campinas convida para sua primeira live, com a transmissão em seu canal do YouTube com o tema A Metrópole de Campinas e a REGIC 2018, com o geógrafo mestre Bruno Dantas Hidalgo, gerente de redes e fluxos geográficos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O início será às 19 horas do dia 30 de julho (horário de Brasília).

A atividade celebra a recente publicação pelo IBGE da aguardada Regiões de Influências das cidades: 2018 [download aqui, PDF com 93 MB], em que o Arranjo Populacional de Campinas aparece pela primeira vez com o status de Metrópole, assim como Florianópolis e Vitória.

O geógrafo Bruno Hidalgo explicará a metodologia da pesquisa, a hierarquia dos centros urbanos brasileiros e suas regiões de influência. Ao fim da exposição, os participantes poderão enviar questões pelo chat.

A atividade tem duração estimada de uma hora a uma hora e meia.


O Arranjo Populacional de Campinas/SP é a única Cidade que não é Capital Estadual dentre as que compõem o primeiro nível da hierarquia urbana. O ingresso de Campinas no grupo de Metrópoles se deve ao alto dinamismo empresarial existente tanto no núcleo quanto na área de influência, bem como ao porte demográfico, que ultrapassa os 2 milhões de habitantes. Localizada no interior do Estado de São Paulo, a menos de 100 km da Grande Metrópole Nacional, a rede de Campinas se estende para o norte e divide influência tanto com a Metrópole de São Paulo quanto com Belo Horizonte, conforme seu alcance se aproxima de Minas Gerais. Assim, caracteriza-se pela menor extensão territorial dentre as Metrópoles (apenas 14 mil km²), menor número de Cidades componentes de sua rede (apenas 34) e pela segunda mais alta densidade demográfica, comparável à do Rio de Janeiro, com 312 hab./km². A rede apresenta poucos níveis de encadeamento, truncada pelo próprio porte das Cidades atraídas que, em geral, já são Centros Sub-Regionais com dinamismo gerado pelas próprias atividades internas às Cidades, sem que haja um grande conjunto de Centros Locais a serem atraídos. Um exemplo disso é que a Capital Regional da região de influência de Campinas, que é o Arranjo Populacional de Americana – Santa Bárbara d’Oeste/SP, possui população elevada e produção industrial tão significativa que alçou à condição de Capital Regional sem ter nenhuma Cidade subordinada. A renda gerada pelas atividades econômicas existentes na região de influência de Campinas produziu o maior valor de PIB per capita dentre as Metrópoles, alcançando quase R$ 49 mil anuais por habitante.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *