Vetores de expansão urbana: análise da cidade de Campinas (SP)

  • Ciro Ruiz Vicente da Silva Universidade Estadual de Campinas
  • Lindon Fonseca Matias Universidade Estadual de Campinas

Resumo

Campinas se tornou, ao longo de sua história, uma grande cidade do interior paulista e em meio a tal processo sua estrutura urbana se desenvolveu, cresceu e se complexificou. Este artigo buscou mapear, com uso de geotecnologias, os principais vetores de crescimento da mancha urbana campineira no período 1842 a 2016 e entender como se deu a sua distribuição pelo território municipal. Neste sentido, é possível constatar que Campinas possui uma mancha urbana que se encontra conurbada em algumas direções com outros municípios da Região Metropolitana de Campinas e que seu principal vetor alcança dezoito quilômetros e se encontra distribuído na forma de uma mancha contínua no sentido sudoeste-nordeste, com pequenas áreas de dispersão pelo seu território, especialmente nas direções norte e nordeste, o que ajuda a entender uma série de problemas relacionados ao crescimento urbano campineiro.

Biografia do Autor

Ciro Ruiz Vicente da Silva, Universidade Estadual de Campinas
Graduando dos cursos de Licenciatura e Bacharel em Geografia da Unicamp.
Lindon Fonseca Matias, Universidade Estadual de Campinas
Possui graduação de Bacharelado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista - UNESP - Campus de Rio Claro (1990), mestrado em Geografia Humana (1996) e doutorado em Geografia Humana (2001) ambos pela Universidade de São Paulo - USP. Atualmente é Professor Doutor do Departamento de Geografia. Exerceu cargos de Diretor Associado do Instituto de Geociências (IG), Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Geografia, Chefe do Departamento de Geografia da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Tem experiência profissional (EMPLASA, ISA, IBAMA) e acadêmica (UnB, UEPG) na área de Geografia, com ênfase em Planejamento Urbano-Regional e Geoprocessamento. Coordena o grupo de pesquisa de Geotecnologias Aplicadas à Gestão do Território - GeoGet.
Publicado
2018-05-12
Seção
Artigos